segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Reverendíssimo Barry Morgan opina sobre homoafetividade

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  "Tenho de confessar que nos últimos 13 anos nunca reli uma palavra presidencial que dei ao órgão dirigente. Fiz bem – alguns de vocês podem estar pensando – uma vez é mais que suficiente para alguém! Antes de escrever esta, no entanto, decidi reler a primeira que escrevi como novo arcebispo e fiquei impressionado ao descobrir que havia falado sobre a autoridade e a interpretação da Escritura, a natureza do anglicanismo, a tomada de decisões na Comunhão Anglicana e o lugar das Resoluções de Lambeth, tudo em uma única mensagem. Ela se assemelhou um pouco ao primeiro sermão de alguém recém-ordenado, no qual a pessoa inclui todas as percepções teológicas que possui.
  A razão pela qual eu a reli foi porque quis constatar se havia falado sobre o discernimento da vontade de Deus por intermédio da leitura da Sagrada Escritura, particularmente em relação à sexualidade humana. A discussão que tivemos naquele encontro do Órgão Dirigente foi uma das discussões..."
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